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domingo, 29 de setembro de 2013

Humor chinês altera cores do Centro Aquático Cubo D’Água


O Centro Aquático Nacional de Pequim, conhecido como Cubo D’Água, está completando cinco anos desde sua inauguração para os Jogos Olímpicos de 2008. Para celebrar a data, a artista Jennifer Wen Ma e o lighting designer Zheng Jianwei realizaram um projeto em que o iluminado exterior do edifício - que fez a fama dele - muda de cor de acordo com um fator muito peculiar: o humor dos cidadãos locais.
A ideia toda tem origem nos preceitos do I Ching - um dos textos chineses mais antigos constituído por várias camadas que representam as mutações vividas pelos seres humanos e sua relação com a natureza. O sistema funciona da seguinte maneira: lâmpadas de LED de diversas cores instaladas na fachada do centro aquático foram conectadas a programas de computador que interpretam os ensinamentos chineses do I Ching, e também recebem informações sobre o humor das pessoas segundo o que expressam em redes sociais e blogs (aqueles que o governo chinês permite, naturalmente). A análise dessas emoções, juntamente com a interpretação do conteúdo da filosofia, resultam em jogos de luzes distintos a cada dia.

Com essa obra de arte os criadores acreditam demonstrar a aura da nação e sua individualidade, criatividade e responsabilidade social. "Na sociedade atual, onde as pessoas encontram-se separadas da filosofia ensinada no I Ching, a minha esperança é que este trabalho seja uma oportunidade para refletir sobre a cultura contemporânea utilizando a tecnologia para reduzir o fosso entre o homem e a natureza”, diz Jennifer Wen Ma.






domingo, 22 de setembro de 2013

Hotel madrilenho celebra o luxo e a descontração


Desde os quartos e o lounge até a comida, a decoração e a música, o hotel Only You, do grupo Ayre Hoteles, foi concebido com cuidado minucioso para criar uma atmosfera de exclusividade que fizesse jus ao nome. Com abertura nesta sexta-feira, dia 13 de setembro, a hospedaria pretende tornar-se um dos points mais badalados de Madri.


Um dos elementos mais importantes do conceito do Only You é o seu lounge. O espaço mescla arte, música e gastronomia, com o diferencial de ser dinâmico e adaptável de acordo com a hora do dia. A culinária é assinada pelo jovem e conceituado chef Carlos Martín e segue a filosofia informal do finger food, comida compartilhada que contribuirá para um clima descontraído no local. Localizado na Calle Barquillo, um ponto onde se cruzam a cultura, o lazer e os negócios, o novo projeto tem como intenção ser local de encontro e descanso para quem estiver a trabalho em Madri.


Mas a cereja do bolo é, sem dúvida, a ambientação sem a qual a atmosfera única do Only You não poderia existir. Para o trabalho, foi recrutado o designer de interiores Lázaro Rosa-Violán. O profissional misturou as características originais do prédio, de 1907, com toques de estética mediterrânea, criando um projeto ao mesmo tempo convidativo e luxuoso. Cada um dos 70 quartos ganhou decoração única, de caráter contemporâneo e cosmopolita. Sobre a expectativa a respeito dos interiores, Rosa-Violán comenta: “acho que as pessoas esperam descobrir um hotel que seja uma mescla perfeita entre a herança de um patrimônio histórico e a funcionalidade e estética de um novo projeto.”


 
 








Via Casa Vogue

domingo, 15 de setembro de 2013

Conheça as réplicas de cidade famosas na China


Você achava muito descaradas as cópias chinesas de celulares, tablets ou outros produtos, eletrônicos ou não? Pois saiba que a China vai mais longe e cria réplicas fiéis de cidades inteiras. Sim, em tamanho real. Os exemplos são vários e aqui trazemos apenas alguns. Cidades britânicas copiadas, com arquitetura bem replicada e até com direito às famosas cabines telefônicas vermelhas, Paris fielmente reproduzida, com Torre Eiffel e Arco do Triunfo incluídos, a Ópera de Sydney ou até o Capitólio Americano. O mais curioso é que algumas dessas cidades, como é o caso de “Paris”, têm tão poucos habitantes que se tornam cidades-fantasma, onde apenas vão os curiosos ou aqueles que não têm dinheiro para ir até à Paris real e querem uma foto junto da Torre. Nem os próprios chineses entendem essa opção tomada pelo país, que tem muito de bizarra. Mas que as réplicas estão perfeitas, isso podemos garantir. Veja só:










Fonte: Hypeness

domingo, 8 de setembro de 2013

Belo Comidaria, o mineiro cool de Belo Horizonte


Tudo o que o menu do novo restaurante Belo Comidaria, em Belo Horizonte, tem de despretensioso – serve desde picadinho, sanduíches e nhoque de angu até bolos e biscoitos –, o décor tem de estudado. Esse mineirinho transado, fincado no coração da cidade, em um dos raríssimos pontos cercados de verde, reflete o estilo eclético de um dos três sócios, o publicitário e blogueiro Rafael Mantesso. “Adoro velharias e não queria mesas e cadeiras iguais, como se fosse praça de alimentação de shopping”, diz. O briefing – reconstruir de cima a baixo o imóvel que é de Bernardo de Oliveira, outro sócio, e decorá-lo com peças antigas garimpadas uma a uma – foi seguido à risca pelos arquitetos locais Cristiano Sá Motta e Ricardo Gruner.



Um dos trunfos do Belo é a varanda com mesinhas e cadeiras descombinadas, de frente para a rua e brindada pela natureza. “Só temos um prédio atrás de nós e mais nada, por isso preferimos deixá-la descoberta. Perdemos os 30 lugares quando chove, mas não matamos a vista”, diz Mantesso. Os azulejos brancos que revestem metade da fachada (“dos mais comuns e baratos”) reaparecem nas paredes interiores. O piso de tábuas de pínus começa no primeiro salão, recobre a escadaria de ferro e prossegue no andar de baixo (o “quintal”), unificando o todo.




A maioria dos móveis foi comprada de um excêntrico colecionador particular que, excepcionalmente, aceitou abrir mão de algumas de suas antiguidades. “Os arquitetos enlouqueceram com essa conquista, o Cristiano até já foi dono de antiquário”, conta Mantesso. “Conseguimos umas peças de Sergio Rodrigues, por exemplo, a preço de banana.” Outros tesouros adquiridos do mesmo acervo incluem mesas com tampo de Formica verde-abacate ou de madeira com pés de ferro forjado e cadeiras que, na década de 1980, estavam no auditório da Cemig. Mixadas, as peças preenchem o salão de baixo, aberto para um jardim.Na iluminação, repete-se a salada de estilos. Refletores teatrais (saídos do Palácio das Artes) jogam fachos de luz no salão inferior, enquanto luminárias vermelhas de piso, pregadas perpendiculares à parede, fazem as vezes de arandelas. Acima de algumas mesas, pendem pencas de lâmpadas estilo oficina mecânica, protegidas por tela amarela. Vieram da loja da mulher de Mantesso, a Abatjour de Arte.



Nas paredes, chamam a atenção o gigantesco menu escrito à mão sobre tinta de lousa e a ilustração de uma rapariga batendo uma massa, pintada sobre os azulejos, ambos do punho do próprio Mantesso, que estudou artes plásticas. Têm um visual retrô que combina com o par de geladeiras antigas (uma amarela, outra preta) e as demais “velharias” cuidadosamente escolhidas, como o guarda-louça azul-bebê que servia, originalmente, para separar correspondências nos Correios. As cores primárias reaparecem nos mosaicos de ladrilho hidráulico, em três desenhos diferentes.



Se hoje o Belo vive cheio, não é só por causa do espaço amplo, aberto e acolhedor, mas também em virtude das caprichadas releituras de quitutes mineiros que saem da cozinha comandada por Henrique Gilberto, o terceiro sócio. Nada resume melhor o lugar que os pesados e imensos (mais de 1,80 m de altura!) M e G, de ferro surrado, que faziam parte do letreiro de uma faculdade décadas atrás. Hoje, dominando o ambiente ao pé da escada, anunciam, em alto e bom-tom,uma mineirice incrivelmente cool.

Fonte: Casa Vogue

domingo, 1 de setembro de 2013

Loja de chocolate com decoração vintage é irresistível


“O chocolate é um tesouro escondido que exige um alto nível de técnicas com uma promessa de felicidade sem concessões”, filosofa o chef Alain Ducasse, que escolheu o bairro industrial da Bastilha (40, rue de la Roquette, Paris 11) para instalar sua fábrica. Essa “manufatura” era um velho sonho do chef, que se apropriou do espaço de 320 m² onde a decoração, assim como os chocolates, recebeu tratamento especial sob sua supervisão. Portas e balcões de aço, lâmpadas de um navio militar dos anos 1930 e um porta-bagagens de trem original transformado em suporte para produtos dão o tom da decoração industrial vintage, inclusive com alguns objetos encontrados no baú da família. Todas as máquinas são antigas e foi preciso contatar chocolateiros aposentados para que a nova equipe aprendesse a manejá-las. Aqui, a fabricação é totalmente artesanal e a filosofia do local é a de que nenhuma tecnologia é capaz de substituir a intuição e o savoir-faire.




Fonte: Casa Abril

domingo, 25 de agosto de 2013

Hotel Andaz traduz mistura de Amsterdã


Peixes, sinos e um antigo prédio onde funcionava a biblioteca pública de Amsterdã. Elementos tão distintos unidos pelas mãos do designer holandês Marcel Wanders compõem os interiores do Hotel Andaz. O híbrido de estilos faz do sofisticado empreendimento um local descontraído que pretende demonstrar um lado cool da complexa capital holandesa.


O edifício construído em 1977 foi desocupado em 2007 para dar espaço às instalações da hospedaria. Seus 122 quartos receberam papeis de parede personalizados, inspirados em livros históricos, com o intuito de mostrar a mistura cultural local. Eles envolvem componentes distintos como peixes coloridos servidos em colheres gigantescas em meio a ambientes sóbrios e requintados. 





No lobby, a enorme claraboia chega a ser ofuscada pelos grandes pendentes em formato de sinos de igreja que iluminam as mesas da recepção. Móveis em madeira e estofado escuros compõem o restaurante, bar e lounge, que também possui detalhes em azul Delft. Para não perder as raízes, uma biblioteca foi montada no piso térreo, onde também há um jardim de tulipas brancas salpicado por estátuas e tabuleiros de damas.

Situado bem no centro da capital holandesa, entre os canais de Princes e Emperos, o Andaz pulsa no ritmo agitado de Amsterdã. Segundo Marcel Wanders, ele foi projetado para proporcionar uma experiência local que evidencie a preservação do patrimônio histórico e a boa hospitalidade com que os holandeses desejam receber pessoas vindas do mundo todo.







Fonte: Casa Vogue